domingo, 11 de setembro de 2011

A Marcha dos Bípedes

domingo, 26 de setembro de 2010

Nosso trabalho é contornar a intolerância

Para francês, se mede a democracia pela liberdade dada aos cartunistas


Plantu em ação no Correio: imagens em vez de palavras - (Zuleika de Souza/CB/D.A Press
)
Plantu em ação no Correio: imagens em vez de palavras    


"Plantu sente-se livre para criticar porque diz ter o apoio de um editor que o protege. É, ele explica, uma das maneiras de preservar a liberdade de expressão, uma causa abraçada desde 2006, quando cartunistas dinamarqueses foram ameaçados de morte após publicar desenhos de Maomé. Com apoio do então secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Kofi Anan, o francês reuniu cartunistas do mundo inteiro em Nova York para fundar a Cartooning for peace, instituição comprometida em lutar pela liberdade de expressão. “Nosso trabalho é contornar a intolerância”, defende. “Estamos aqui para incomodar, mas não para humilhar os crentes.”

sábado, 10 de julho de 2010

Temporada de caça ao eleitor

O antivirus avisa:
ESET NOD 32 Antivirus
O endereço foi bloqueado
Endereço de URL:
e.busca.uol.com.br/404.html
Endereço de IP:
200.221.8.151.80


Da série: Sempre pode piorar!

Colagem sobre desenho de Mort Walker.


"Nunca deixe para amanhã o que você pode fazer depois de amanhã"

Da série: Sempre pode piorar!

Colagem sobre desenho de Mort Walker
"É engraçado como o tempo voa quando a gente está de folga"

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Para os que "sonham" com a cassação ou caçação

Ou, como lembrou outro dia Helio Fernandes, colocando aspas em Rui:
         “De Anás a Herodes o julgamento de Cristo é o espelho de todas as deserções da
          justiça, corrompida pelas facções, pelos demagogos e pelos governos. A sua 
          fraqueza, a sua inconsciência, a sua perversão moral crucificaram o Salvador, e
          continuam a crucificá-lo, ainda hoje, nos impérios e nas repúblicas, de cada vez
          que um tribunal sofisma, tergiversa, recua, abdica. Foi como agitador do povo e
          subversor das instituições que se imolou Jesus. E, de cada vez que há precisão de
          sacrificar um amigo do direito, um advogado da verdade, um protetor dos
          indefesos, um apóstolo de idéias generosas, um confessor da lei, um educador do
          povo, é esse, a ordem pública, o pretexto, que renasce, para exculpar as
          transações dos juízes tíbios com os interesses do poder. Todos esses acreditam,
          como Pôncio, salvar-se, lavando as mãos do sangue, que vão derramar, do
          atentado, que vão cometer. Medo, venalidade, paixão partidária, respeito pessoal,
          subserviência, espírito conservador, interpretação restritiva, razão de estado,
          interesse supremo, como quer te chames, prevaricação judiciária, não escaparás
          ao ferrete de Pilatos! O bom ladrão salvou-se. Mas não há salvação para o juiz
          covarde”.